domingo, 30 de agosto de 2015

Não costumamos rejeitar o chamado de Deus



No dia 23/8/2015 o Grupo de Cursilho Jovem Evangelho Vivo da Paróquia Nossa Senhora Aparecida da diocese de Divinópolis – MG, receberam os novos coordenadores Ricardo Vieira e Lucas Tiradentes.

Foi perguntado ao Lucas o que ele acha da nova coordenação e quais as expectativas em relação grupo/movimento.

Resposta: Acho interessante começar dizendo como entrei para o movimento de cursilho. Minha caminhada no grupo de cursilho se deu através de vários convites de uma pessoa que tinha acabado de conhecer. As reuniões do grupo Evangelho Vivo acontecem todo domingo as 9h da manhã e esse era o grande “problema”. Acordar cedo? Pensava comigo: isso não é para mim.

 Foram mensagens, ligações, etc. e mesmo assim fui resistente e demorei dois meses para aceitar o chamado de Deus para caminhar junto de pessoas que a princípio nem imaginava conhecer. Então no domingo 02/06/2013, acordei mais cedo e lembrei do convite que havia recebido e resolvi ir. Fui muito bem recebido por todos, com abraços e muita alegria. Pude perceber que ali era meu lugar, onde poderia fazer novas amizades e abrir meus horizontes para os caminhos de Deus. A partir daí não deixei de ir em nenhuma reunião. Visitamos vários abrigos, vários asilos, fizemos várias festas, dentre entre outras coisas.

 Até o presente momento me dediquei ao máximo para o grupo, dando apoio as ex-coordenadoras, mandando mensagens de motivação, de convites para reuniões, para eventos especiais que o grupo promove, etc.

No mês de maio de 2015 recebi juntamente com o Ricardo Vieira, mais um chamado de Deus, que era de assumirmos a coordenação dessa grande família. Desde esse dia foram terços, pensamentos, questionamentos, medos para nos decidirmos se aceitávamos ou não. Mas como dizemos “não costumamos rejeitar o chamado de Deus” para suas obras. Então foi com muita alegria que dizemos SIM e aceitamos mais essa oportunidade.


Posso dizer com toda certeza que meus melhores amigos foram feitos dentro do cursilho e que assumo essa responsabilidade com fervor, entusiasmo e muita alegria. Agora que de fato nos tornamos coordenadores, as nossas expectativas são as melhores. Temos várias ideias bacanas e algumas já estamos colocando em pratica. E para isso é claro contamos com mais algumas pessoas que nos darão uma ajuda nessa nova etapa.

Lucas Henrique
Grupo Evangelho Vivo
Divinópolis - MG

(Karina e Carol passando a coordenação para Ricardo e Lucas)

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Carta aos Cursilhistas

Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo

Me pediram que eu escrevesse sobre a experiência que eu vivi como coordenador do 33° cursilho masculino jovem, porém é algo difícil de se descrever, pois as experiências que vivemos com Deus sãos inexplicáveis. Mas mesmo assim eu vou tentar descrever à minha maneira limitada, tudo que vivi e senti desse cursilho.

Para melhor entendimento dos meus sentimentos, é preciso voltar um pouco no tempo, pois o cursilho, para o coordenador, começa, quando ele é chamado para ser base do cursilho anterior, onde ele faz o início de sua preparação, observando tudo que o coordenador faz, para aprender, diga-se de passagem eu tive um grande professor: “valeu, Branco, pela aula de humildade e fé que você me deu”

Eu já trabalhei em alguns cursilhos, e cada um deles trouxe uma experiência, uma lição de vida, um aprendizado, mas ser base num cursilho foi um aprendizado mais intenso. A partir do meu chamado, comecei a viver expectativa de como seria o meu cursilho( perdoem a minha prepotência, mas quando coordenamos algo, temos a tentação de chamar de meu).Eu vivia sempre imaginando como seria a equipe, os cursistas, os dias de cursilho, se daria certo, pois sinceramente eu não me achava digno(capaz) de coordenar um cursilho. 

Depois desse período de preparação, que durou mais ou menos um ano, chegou o grande dia, por ter trabalhado em outros cursilhos eu imaginava, tinha criado uma expectativa em relação do que seria os dias de cursilho, mas Deus na sua misericórdia me provou que seu amor por nós, vai muito além de qualquer expectativa humana. Foram dias de Graça, muita Graça.

Devo confessar que na quinta-feira eu estava me sentindo como se fosse entrar na casa pela primeira vez; medo, ansiedade, angústia e aquela pergunta que aflige a todos que entram pela primeira vez naquela casa: o que eu estou fazendo aqui? Bem a resposta viria com o tempo. É como eu sempre digo, para tudo existe um tempo. Naquela noite eu vivi uma experiência única, ver aqueles jovens fazer o silêncio orante! Aquilo foi simplesmente demais!

No dia seguinte eu já estava mais tranquilo, pude apreciar melhor toda a obra realizada pelo Espírito Santo, uma mensagem melhor do que a outra, a equipe toda se empenhando, dando o melhor de si, e eu ali, assistindo tudo de camarote. Deus me presenteou com o que Ele tinha de melhor, quando me escolheu para coordenar o 33° cursilho, não que eu merecesse, mas para me capacitar. Aquele dia foi tão intenso que quando chegamos a avaliação da noite todos estavam extasiados de tal maneira que ninguém conseguiu sequer explicar o que acontecera, afinal não se explica nem avalia a ação de Espírito Santo.

O sábado também não foi diferente, acordamos e nos deparamos com os jovens cursistas animados, cheios de entusiasmo, e dava pra ver nos olhos deles, que eles estavam diferentes do dia em que chegaram, mais soltos, leves, vimos que se deixaram levar pelas mãos do Espírito Santo. E nesse que é especialmente conduzido por Nossa Senhora, eles acabaram entregando de vez seus corações a Jesus. Foram momentos marcantes, que eu tenho certeza, não vai sair da memória de nenhum daqueles que estiveram naquela casa durante esses três dias.

No domingo, fechamos com chave de ouro. Não posso entrar em muitos detalhes, mas todos aqueles que estiveram lá sabem do que eu estou falando, e quando estávamos pra sair, me ocorreu algo; realmente Deus supera qualquer expectativa humana. Ao ver aqueles jovens agora cursilhistas, eufóricos ao extremo, eu só conseguia dizer “OBRIGADO MEU DEUS, POR ME DAR MAIS ESSA OPORTUNIDADE DE SERVI-LO, CUIDE DE TODOS ELES”.

Quero agradecer a todos que, de maneira direta ou indireta, me ajudaram na realização desse cursilho, a todas as alavancas, aos amigos, familiares, minha esposa, meus filhos, que também rezaram por mim. E por fim um agradecimento todo especial, à minha equipe, que foi sem dúvida o grande diferencial desse cursilho, pois sem eles eu não saberia o que fazer. 

Quanto a mim, peço que rezem para que Deus tenha misericórdia da minha alma, e continue me querendo no time Dele mesmo sendo um grande perna de pau. E a vocês jovens cursilhistas mantenham se firmes na fé, não deixem que nunca se apague a chama do amor de Deus em vossos corações, lembrem-se que Cristo vai sempre contar com vocês. AVANTE CURSIHLISTAS!!!!! 


Dudu
Coordenador do 33º Cursilho para Jovens 
Diocese de Divinópolis - MG

domingo, 1 de fevereiro de 2015

EXISTE UMA NOVA PORTA

"Muitos dos fracassos desta vida estão concentrados nas pessoas que desistiram por não saberem que estavam muito perto da linha de chegada." (Thomas Edison) 

Quando uma porta se fecha para você, em algum lugar existe uma outra porta que está escancaradamente aberta à sua espera. Se um obstáculo se transpõe em seu caminho, existe uma nova trilha ao redor pela qual você poderá passar. Quando o plano A fracassou e também o plano B, sempre existe o plano C que poderá leva-lo aonde você deseja chegar. 

Quando um alvo parece impossível, sempre existe alguma coisa que você poderá fazer para que ele se torne possível. Sempre existe uma nova porta aberta. É sempre necessário lembrar que Deus não nos deixou neste mundo à nossa própria sorte e aos nossos próprios cuidados. O Senhor nos convida a fazer da oração o primeiro recurso e não a última opção. Ele nos chama a persistência e a disciplina para um genuíno crescimento. 

Lembre-se que quando uma abordagem fracassa, essa experiência se transforma numa excelente oportunidade de experimentar uma outra nova abordagem. Existe uma nova porta aberta a você. Não desista porque a sua fé em Deus, sua persistência e sua ação está lhe trazendo mais perto desta porta. Apesar do caminho parecer tortuoso, é esse mesmo caminho que poderá leva-lo a uma vida bem sucedida quando você nele persiste sem desistir. 

Autor do texto: Nélio Da Silva

segunda-feira, 14 de julho de 2014

O FOGO DO INFERNO

Dona Antônia já havia passado dos noventa anos e dava por cumprida a sua missão aqui na Terra. Filhos criados, netos e até bisnetos já encaminhados, a vida começou a passar devagarinho à frente de sua vista miúda. Foi vindo uma canseira, uma preguiça imensa em ter que esticar os dias cada vez mais longos. Decidiu que era hora de abrir vaga para os mais novos e passar desta para a melhor.

 Mas ao invés de encontrar paz e descanso na perspectiva do eterno repouso, o que brotou foi o medo terrível de uma ameaça que a acompanhava desde a longínqua infância: O FOGO DO INFERNO!
 Era como se todos os sermões do Monsenhor Prado, mais as ameaças de dona Íris, no catecismo, tivessem saído da neblina do tempo e viessem assombrar como fantasmas à pobre dona Antônia. O pior é que a velhice, se limita braços, pernas, olhos e ouvidos, fechando portas para a realidade do aqui e do agora, deixa solta e até alimenta mais a imaginação. A quem não pode mais correr, ver, ouvir e até falar, resta o lembrar e o imaginar...

E nas lembranças e na imaginação de dona Antônia vieram todos os pecados (ou o que ela classificava como tal) de sua longa vida. Ao lado de cenas e personagens do passado surgiam o remorso e o medo, avivados pelo fogo do inferno. Não havia escapatória, dona Antônia estava frita, e o que é pior, por toda a eternidade!

Quem primeiro percebeu o drama foi Maria, a empregada, que era quem tinha mais paciência de ouvir os queixumes de dona Antônia. A parentada, ao saber da história, primeiro achou graça. Só mesmo caduquice, onde já se viu, a dona Tininha no inferno? Vai converter o capeta! Mas logo viram que o caso era sério. Dona Antônia sofria e se agoniava com o medo que a devorava.

Tio Haroldo era médico, o único dos filhos que se formara, e foi chamado para resolver a questão. Do alto do seu diploma diagnosticou:
 “Bobagem mamãe, inferno é aqui mesmo, este seu medo é besteira...”
 “ Vade retro, Satanás, não venha me enrolar que ainda não cheguei em sua casa!”, gritou dona Antônia, escondendo-se sob o cobertor depois de expulsar o Tio Haroldo como se fosse o próprio demo.

Carolina, uma das netas, estudante de Comunicação, tentou explicar que o inferno era uma invenção das padres para manter os fiéis sob controle. Levou uma bengalada na testa.

Em dona Antônia o medo estava agora misturado com a raiva, o que já era um outro pecado a carimbar seu passaporte para as profundas. A casa virou um inferno. Ninguém mais vivia em paz e dona Antônia não morria em paz...

Esgotadas todas as tentativas domésticas, resolveram apelar para a Santa Madre Igreja. Chamaram o Padre Candinho, santo homem, para abrir à dona Antônia as portas do Paraíso. Ele veio munido de sermão, benção, água benta, confissão, unção, Eucaristia e todo o arsenal capaz de garantir uma vaga à direita de Deus Pai.

Dona Antônia agarrou-se àquela tábua de salvação. Passou a vida a limpo. Lavou e enxaguou a alma no ouvido de Pe. Candinho. Confissão de mais de duas horas, pois além da dificuldade de se fazer entender, depois de aposentada a  dentadura, eram noventa anos de pecados a apurar...

No finalzinho, quando Pe. Candinho já engatilhava a absolvição plenária que apagaria o fogo do inferno, dona Antônia arregalou os olhos apavorada e disse:

 “ Tô perdida! Tem um pecado que Deus não perdoa. Li na Bíblia. Pecado contra o Espírito Santo não tem perdão. Não tenho salvação...”
 E dona Antônia foi buscar lá na sua meninice de 6 anos a lembrança de uma travessura que custara a vida de uma pobre pombinha. Tininha, levada, resolveu brincar com a ave como se fosse uma peteca... a coitada virou paçoca. Dona Eulália ralhou e prescreveu castigo. “Onde já se viu tamanha maldade com o bichinho? Quando morrer, Deus castiga!”

 QUANDO MORRER, DEUS CASTIGA...

A frase ficou gravada nos labirintos da memória como uma maldição e voltava agora, condenação última, definitiva e sem perdão. Dona Antônia matara um parente do Espirito Santo e estava inapelavelmente FRITA!

A paciência do Pe. Candinho já estava derramando pelas beiradas. Num último esforço, ele reuniu todos os argumentos teológicos acumulados em anos de seminário e paróquias, nas milhares de aulas de religião e sermões do seu longo sacerdócio, para explicar à dona Antônia que Deus não é um carrasco vingativo, nem trabalha na polícia. Que Ele é um Pai amoroso que perdoa e acolhe a todos os seus filhos, mesmo os mais pecadores, que afinal somos todos nós. E além do mais, acrescentou o Pe. Candinho, vermelho como um pimentão, O ESPIRITO SANTO NÃO É UMA POMBA!!!

 Tudo inútil. Dona Antônia  entregava-se aterrorizada à maldição que a acompanhara por toda vida: O FOGO DO INFERNO A ESPERAVA!
 Pe. Candinho já ia desistindo quando uma idéia iluminou-lhe o rosto.

Correu na Bíblia e localizou o trecho que procurava.
 “ Dona Antônia, a senhora está salva!”
 “Salva o que, Pe. Candinho, eu tô é fudida” disse dona Antônia, já apelando para a ignorância e, em nome da caduquice, falando um palavrão, coisa que nunca fizera em toda a sua vida, ainda mais na frente de um padre, o que, agora, condenada como estava, não ia alterar muito a temperatura das fornalhas infernais que a aguardavam.

 “Não, dona Antônia, tá aqui na Bíblia, Mateus capítulo 24, versículo 51, aqui diz que no inferno tem choro e ranger de dentes... a senhora não tem dentes, dona Antônia, não vai poder ficar no inferno!!!”
 Dona Antônia aprumou-se na cama e com os olhinhos miúdos tentava ler o trecho que Pe. Candinho apontava com o dedo. Com muito custo soletrou o versículo salvador.

 Dona Antônia não teve dúvida. Reuniu a parentada, despediu-se de todos, fez as recomendações de praxe e acrescentou uma, especialíssima:

 NÃO ME ENTERREM DE DENTADURA!!!
 Aí, deitou-se de novo, virou pro canto, deu um suspiro profundo, sorriu, morreu e foi pro céu...

MACHADO, Eduardo. Sobre todas as coisas. 2ª ed. Belo Horizonte: Lastro Editora Ltda, 2008. p.61-64

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Assim era o nosso Silvério...




No dia 21 de junho passado, partiu para o Reino definitivo o nosso irmão Silvério. Alcançou a morada celeste servindo aqui em baixo à sua igreja e aos que tiveram o privilégio da sua presença. O movimento de cursilhos contribuiu, decisivamente, para que ele se tornasse um autêntico apóstolo dos nossos tempos.

Como o nosso patrono São Paulo, também combateu o bom combate, completou a corrida e guardou a fé.


Foi igreja no coração do mundo e mundo no coração da igreja. Onde Deus o colocou, ele se floriu,  produziu frutos em abundância, cem por um.

Na família, no seu ambiente profissional tornou-se sinal, sacramento, referência de Deus para os que o rodeavam. Extrovertido, procurando viver a ventura da graça, cada dia da sua vida, animou, soergueu, levantou muitos através da alegria contagiante que o seu rosto e gestos revelavam a todos. Na sua comunidade paroquial, como ministro extraordinário da eucaristia, do batismo, na preparação dos pais e padrinhos para o sacramento do batismo, nos encontros de iniciação cristã colocou com amor e disponibilidade seus talentos à construção do Reino. Ele se situava entre os primeiros da caminhada do movimento. Participou do cursilho em julho de 1971, na diocese de Teófilo Otoni. O compromisso assumido de que Cristo poderia contar com ele, perdurou até o final. Se buscarmos, se recorrermos aos quadrantes dos cursilhos masculinos realizados aqui verificaremos que ele colaborou em muitos. Poucos são os que o alcançam. Quando era convocado, se preparava convenientemente. Na manhã da quinta-feira, já estava na casa. Quando os demais se apresentavam no horário determinado, encontravam a sala de mensagens e outras dependências preparadas.

Durante muitos anos foi, sozinho, uma equipe de apoio. Um dos instrumentos mais eficazes, recomendados pelo cursilho para perseverarmos na missão assumida é a reunião de grupo semanal. Ele a observava fielmente. Quarenta e três anos de freqüência, de presença.

Sete anos no grupo São João Bosco, trinta e seis no grupo São João Vianey. Sentia-se feliz com o momento. Animava, incentivava, ajudava aos companheiros a ir em frente, avante. Amou o seu grupo, os seus irmãos de caminhada.

Não esqueceremos o Silvério e o recordaremos sempre, com saudades, trabalhando no cursilho.

O último a deitar-se e o primeiro a levantar-se, para verificar, conferir se tudo estava organizado para a jornada do dia. Era incansável.

Os valores do Reino,  abraçados em Teófilo Otoni, em julho de 1971, ele os tornou pérolas preciosas e as ofertou generosamente à igreja e ao Movimento dos Cursilhos da Diocese de Divinópolis.

Assim era o nosso Silvério.

Amém!

Rafael Fernandes
Divinópolis


sábado, 28 de junho de 2014

São Pedro e São Paulo - Pilares de Nossa Igreja


Todos nós cursilhistas sabemos da importância de São Paulo (nosso patrono) no processo de evangelização. Tanto que a Escola de Formação do Movimento de Cursilho de Cristandade de Diocese de Divinópolis propôs o estudo da vida deste santo através de suas cartas durante o ano de 2014.

No dia 29 de Junho a igreja celebra o dia de São Paulo e São Pedro e também “o dia do Papa”. A solenidade é para nos lembrar do martírio destes dois santos, ocorrido em Roma após a perseguição de Nero.

Além desta data os santos são lembrados também no dia 25 de Janeiro (Conversão de Paulo), 22 de Fevereiro com a festa da cátedra de São Pedro e em 18 de Novembro, que é reservado à dedicação das basílicas de São Pedro e São Paulo.

Simão, depois chamado Pedro, conviveu com Jesus e recebeu d’Ele mesmo a missão de cuidar de seu rebanho. No principio era fraco na fé, mas se tornou um grande pregador do Evangelho, líder das primeiras comunidades e nosso primeiro papa.

Saulo era fariseu e foi grande perseguidor de cristãos. Converteu-se à fé cristã a caminho de Damasco e foi chamado pelo próprio ressuscitado para exercer seu apostolado.

Neste último Domingo do mês de Junho a igreja nos convida a rezar pelo nosso Papa Francisco, lembrando-nos que ele mesmo sempre nos pede orações, como quando esteve no Brasil. O convite também é para que as comunidades renovem a consciência de comunhão com ele, sucessor de Pedro.

Que a festa destes dois mártires nos relembre nosso compromisso de cristãos comprometidos com o projeto de Deus.
           
SÃO PEDRO E SÃO PAULO, ROGAI POR NÓS!!!


Izildina Ferreira
Divinópolis

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Corpus Christi


 

A igreja vive da Eucaristia!


Este é um dos fundamentos da Festa de “Corpus Christi” que em latim quer dizer “Corpo de Cristo”. Nesta data, celebra-se solenemente o mistério da Eucaristia - o sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo. É comemorada sempre numa quinta-feira após o domingo depois de Pentecostes, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos. No Brasil, a festa passou a ser oficial em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.



"As ruas enfeitadas
Muita gente em profissão, 
Em janelas, calçadas...
Vendo Jesus passar.
Para agradecer e pedir proteção
E com ele caminhar.

É um sentimento profundo
Um pedido feito
Uma lágrima de emoção caída.
Entre ornamentos 
Num belo corredor
Jesus passa lentamente.
Uma genuflexão
Graças pedidas
Outras oferecidas
E assim, Jesus caminha
Com seu corpo, sangue, alma
E divindade na Eucaristia 

Pessoas em oração
Cantando, rezando
Ou simplesmente caminhando 
Seguindo em procissão. 

Como é bom acreditar
Que existe um Deus tão próximo
Que caminha conosco.
Que se faz atualizado no pão é vinho
Fazendo se presente
Tão próximo da gente." 

Ataíde Lemos