quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Um furacão me carregou.

No início do ano de 1979, fui convidado pelo Rafael Fernandes, para participar de um encontro religioso. Como várias pessoas, relutei em aceitar, até que respondi que aceitaria, mas com a condição de que teria que ser fora de Divinópolis, pois temia não gostar, e sendo aqui seria mais fácil sair e voltar para casa. Naquela época havia um intercambio entre as Dioceses, que trocariam duas pessoas para fazerem o Cursilho entre as Dioceses. Fui então juntamente com o Raimundo Machado em 24 de maio de 1979 para a cidade de Congonhas, que faz parte da Diocese de Mariana. Foram nos levar, o Rafael Fernandes, o Silvério e o Tininho Machado. Esperamos o bota-fora na Toca do Daniel. Na volta o Jose Bosco, pai do Silvério, substituiria o Tininho.

Falar das maravilhas encontradas naquela casa, torna-se desnecessário, pois o Cursilho entrou como um furacão na minha vida e até hoje não consigo me ver fora dele. Na viagem de volta, dia 27 de maio de 1979, já fazia planos para ingressar em um grupo, e logo na semana seguinte, exatamente no dia 01 de junho de 1979, fundamos o Grupo São José da Paróquia da Catedral, e elegemos o Padre Evaristo para ser o nosso guia espiritual. Sem interrupções, o nosso grupo está perseverante até hoje, e já são 30 anos. Já passaram muitos amigos pelo grupo e hoje fazem parte Rafael Fernandes, Zé Antonio, Alemão, Corgozinho, Milton, Fernando Fernandes, Rafael Borgo, Roberto Meneses, Ilgair, Breno Cezar e eu. Toda 2ª. Feira nos reunimos e na última reunião do mês, fazemos uma celebração da Palavra na comunidade Ampare.

Quando nos Cursilhos são apresentadas alavancas de varias partes do mundo, mostrando o amor e a união entre os cursilhistas através das orações, muitas pessoas podem imaginar que não são verdadeiras aquelas mensagens. Para contradizer isto, pude comprovar pessoalmente no ano passado, quando estava em Santiago do Chile, recebi a Eucaristia de uma senhora que carregava no peito o nosso Crucifixo, então ela disse que era Cursilhista e estava muito feliz por participar de nosso movimento. Senti-me como se estivesse em casa, apesar da distancia , tal a alegria demonstrada por ela. 

Todos estes anos, fui acompanhado e incentivado em tudo que se relacione com o Cursilho pela minha esposa, também cursilhista Marilia de Cássia. Também minha filha Bruna Ellen com seu marido Rafael Borgo, cursilhistas, e minha filha Renata Kelly, não medem esforços para me ajudar quando solicitado para algum trabalho nos Cursilhos. Sem eles não teria forças para seguir na caminhada. Meu eterno agradecimento a todos eles.

Imitando as palavras de São Paulo, conforme Gálatas 2,20, poderia até dizer, que já não sou eu que vivo, mas é o Cursilho que vive em mim.




Acrisio Gomes.
 Grupo São José (Catedral)
Divinópolis

sábado, 19 de setembro de 2009

Os Anônimos do Evangelho



Outro dia entrei no site e li uma mensagem do Robson agradecendo o “peregrino de Santiago” responsável pela elaboração do site e das constantes atualizações. Fiquei pensando por alguns instantes e agradecendo a Deus pela vida deste rapaz.
Isso me fez pensar sobre algo que tenho rezado há algum tempo, os anônimos do Evangelho! Pessoas que se dedicam muitas vezes no anonimato para a construção do Reino.

Você já parou pra pensar nisso? Quantas pessoas diariamente passam por nós nas ruas, calçadas, ônibus, pessoas que sequer sabemos o nome, nem imaginamos quantas delas são apóstolos, profetas, santos anônimos.

Os evangelhos estão marcados por anônimos. No nascimento de Jesus nenhuma autoridade famosa estava lá prestigiando o maior nascimento da história da humanidade, o evangelho nos diz que haviam alguns pastores. Quem eram eles? Não sabemos sequer o nome deles. Os líderes religiosos não testemunharam o nascimento do próprio Deus, no lugar deles alguns estranhos, desconhecidos, anônimos.

E aqueles quatro rapazes que desceram o amigo amarrado em uma maca pelo telhado para que Jesus o curasse. Jesus chega a dizer que jamais viu tamanha fé, também não sabemos o nome deles.

Quem será que amarrou aquele burrinho que Jesus utilizou pra entrar na festa do domingo de ramos? Quem o deixou a disposição para Jesus?

E a casa onde aconteceu a Santa Ceia? Jesus orientou dois discípulos a prepararem tudo no segundo piso da casa, o “segundo andar” era o lugar nobre das casas. Quem foi este homem que disponibilizou a própria casa para aquela última refeição do Senhor com os seus?

No caminho do calvário quando a maioria dos apóstolos, tão conhecidos por nós, já não estavam com Jesus, o evangelho diz que algumas mulheres vieram ao seu encontro. Quem eram essas mulheres que vieram se encontrar com Jesus quando tantos o tinham abandonado?

A samaritana traz o nome de sua terra, a ela Jesus se revela como o messias em um dos mais belos diálogos da Bíblia. Aquela mulher será portadora da “boa notícia” em sua terra. Seu nome... não sabemos.

Poderíamos escrever muitos outros exemplos, mas estes bastam para entendermos que pouco importa se o mundo, o padre, o fulano ou o ciclano sabem seu nome, se você é ou não conhecido. Deus nos conhece a cada um e nos chama pelo nome! Não importa se somos anônimos, o Reino de Deus cresce a cada dia com a força e dedicação dos apóstolos/discípulos/servos anônimos.

De certo sabemos o nome de quem utiliza o microfone para cantar, para fazer mensagens e palestras, mas raramente saberemos quem fez a parte elétrica e disponibilizou aquela tomada para ligar o som. Deus conhece o coração de ambos e os chama pelo nome.

A propósito, você sabe o nome de quem plantou aquela árvore na rua da sua casa, ou na rua de cima? Você sabe o nome de quem lavou os banheiros no cursilho que você fez? E quem ministrou o curso de batismo para seus pais e padrinhos para a ocasião do seu batizado? Qual o nome das pessoas que contribuíram para que o alimento chegasse ao nosso prato na refeição de hoje? Esse você sabe com certeza: quem buscou você na sua casa e o levou na quinta-feira para o cursilho? E quem levou suas malas para o dormitório quando você chegou lá?

O mundo é barulhento, faz alarde, o Reino não! O Reino cresce silencioso, aqui e ali, não percebemos, mas, nesse tempo que ficamos juntos aqui lendo esse texto, ele cresceu um pouco mais em diversas partes do mundo a partir de um sorriso, de um abraço, de uma palavra coerente, de um ato de justiça. O Reino segue acontecendo a partir de pequenos gestos praticados por anônimos.

Que Deus nos conceda a graça de sermos, sempre que o Senhor desejar, anônimos que servem com doçura e alegria.

 

Rezemos juntos pelos anônimos do evangelho.


Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco...



A. Luiz

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

"Vamos nos fortalecer por aquilo que vivemos"

Estava eu, em uma bela noite de quarta-feira, conversando com um amigo sobre fatos corriqueiros, até que ele me contou um caso de um padre que estava procurando uma companheira para namorar em um programa de televisão (prefiro ocultar o nome como sinônimo de sigilo). Estranhei sua posição de crítica à Igreja Católica, pois além de se declarar católico, há poucos minutos havia me pedido para fazer orações em sua intenção quando eu fosse viajar para Aparecida do Norte.

Discuti com ele sobre o fato, alegando que, primeiramente, tratava-se de um programa de televisão voltado para a massa, que valoriza a vulgaridade, o desrespeito, que perdeu os valores fundamentais, como ética, caráter, e também valores religiosos. Em segundo lugar, comentei a hipótese de que aquele homem, que alegava ser padre, talvez nem o fosse, e provavelmente recebeu uma quantia exorbitante de dinheiro para estar ali.

Enfim, o quero demonstrar com esse exemplo, que é apenas um entre muitos do gênero, é o modo como a vida moderna, ou melhor, os homens modernos, estão tentando desmerecer, desonrar a Igreja Católica, o que implica em desestruturar a religião e até mesmo a fé católica. E o pior: fazem isso em nome do dinheiro, de algo que gera tanta incoerência, tanta desunião, em detrimento daquilo que considero essencial na vida de qualquer ser humano, que é justamente a religião.

Acredito que todos, mas principalmente nós, jovens cursilhistas, devemos ter uma posição firme diante de fatos assim, que denigrem a imagem da nossa Igreja. Para começar, padres são pessoas normais, e como tal erram da mesma forma, e não nos cabe julgá-los. Isso se o que ocorre é realmente como contam. Além disso, há a questão da própria fé. Eu mesma discordo de algumas teorias da Igreja Católica, que não cabe aqui comentar, mas nem por isso permito que minha fé seja abalada. O maior sinal de que estamos no caminho certo não está em templos, nem mesmo em teorias ou dogmas. Devemos sim ter um eixo principal, uma espécie de guia, mas o grande sinal está na própria presença de Jesus em nosso dia-a-dia, não em grandes milagres, mas nos pequenos, que às vezes nem percebemos, como aquela viagem que foi adiada inesperadamente, aquele tombo que você sentiu que alguém te segurou, aquela prova que você não estudou e tirou nota boa, enfim, em fatos que acontecem e são simplesmente sinais da presença de Jesus em nosso meio.

Assim, ao invés de nos abalarmos por aquilo que ouvimos, vamos nos fortalecer por aquilo que vivemos.


Abraços Decolores a todos!


 
Ana Cristina Oliveira Soares
Grupo PARACAJU - Pará de Minas
27º Cursilho Jovem Feminino da Diocese de Divinópolis

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Minha vida depois dos três dias de Cursilho


Lembro-me bem quando encontrando com D. Cristiano na Rua São Paulo, perguntei-lhe o que era o Cursilho de Cristandade...
Eu havia lido na “Coluna Social” de um jornal de Belo Horizonte que uma das grandes damas da referida coluna estava participando de um Cursilho de Cristandade.

D. Cristiano estava chegando de Araxá onde fora conhecer o nosso Movimento. Respondeu-me que era um curso muito importante para leigos e que brevemente eu iria conhecê-lo também. Meu colega, Mário Cecílio, fora seu companheiro de grupo e mandou-me uma carta, falando da felicidade de ter participado do cursilho e de ter conhecido D. Cristiano. Disse ainda que meu dia estava próximo!!!
E no dia 15 de abril de 1970 estava começando o 5º Cursilho Feminino da Arquidiocese de Belo Horizonte. O meu Cursilho!!!
Seria desnecessário dizer tudo de bom que o Cursilho me trouxe. No encerramento, no Salão Paroquial da Igreja da Boa Viagem, tive a audácia de parodiar Pio XII. Dias antes eu havia lido um livro do grande Papa sobre “Os problemas do mundo moderno”.
Falando aos cientistas ele disse: “quanto mais a ciência avança tanto mais descobre Deus, como se ELE estivesse vigiando a espera, por detrás de cada porta que a ciência abre”. Foi o que senti no meu Cursilho. Cada “rollo”, cada mensagem era uma porta que se abria para mim, mostrando-me minha missão de cristã.
E desde aquele abril de 1970 minha vida com altos e baixos, com minhas virtudes e meus defeitos tomou outro rumo. Tive coragem para tomar decisões importantes em busca da aceitação da vontade de Deus. E hoje, eu sei que se caminhar segundo Sua vontade, eu o encontrarei à minha espera atrás de uma porta.
Drª Eliza
Divinópolis

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Ação: Gesto importante no 4º dia!

“Hoje conheço a verdade e posso lhes afirmar: nada neste mundo conseguirá emudecer a minha voz e deter o meu passo. Podem vir as angústias, a fome e todos os perigos, até a espada, nada me impedirá de servir o SENHOR JESUS, meu e nosso DEUS!
São Paulo.

Quando temos uma experiência forte com Deus, como temos no Cursilho, nossos corações se enchem de esperança e vontade de anunciar a fé que sentimos, que de tão forte só pode ser transmitida por meio de ações, porque apenas palavras não explicam esse sentimento de estar tão próximos de Deus e compartilhar da Sua alegria! Deus espera de nós a propagação da Sua Palavra. Assim como Paulo, que depois de sua conversão se dispôs a levar o amor de Deus a todos que necessitavam de Sua Palavra, a nós também cabe essa tarefa. É por isso que saímos do Cursilho com o coração cheio do Espírito Santo, para que, iluminados por Deus, possamos anunciar a todos o motivo da nossa conversão.

Como Paulo também tinha consciência de que a sua missão não seria fácil, também nós devemos saber que a luta será longa e que podemos encontrar dificuldades no caminho. Mas tudo aquilo que fazemos em nome de Deus é garantia de resultados maravilhosos. Temos exemplos desses resultados obtidos pelos vários Cursilhos da Diocese de Divinópolis que sempre rendem frutos à comunidade, como grupos de jovens e ações influenciadas pelo carisma do Movimento de Cursilhos.
Que Deus continue nos iluminando para que cada vez mais possamos crescer no Seu amor e termos consciência da importância da nossa missão de sermos evangelizadores!



Caroline M. dos Santos
Grupo Paracaju – Pará de Minas.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Reunião de Grupo

Normalmente uma reunião de grupo deve começar com uma oração, tendo em vista todos os anseios do grupo e do motivo principal em que todos se encontram. Depois coloca-se o tema. Este deve ter no mínimo um embasamento textual, sendo ele aleatório ou bíblico. Discute-se, apresenta-se uma dinâmica, algumas propostas concretas e num final de uma ou duas horas todos estão de mãos dadas fazendo a oração final – ponto.

Alguns podem sugerir outras formas de reuniões, mas dentro das várias reuniões de grupo que já presenciei dentro do MCC, esta seqüência foi a que mais encontrei. Já vi grupos rezando o terço, já vi reuniões somente para discutir como fazer reuniões, ou para discutir problemas do grupo, e outras apenas com o objetivo de partilhar os problemas da vida. Já reuni, também, várias vezes para planejar reuniões e estas com um seguimento parecido com o que já mencionei.

Mas por que as pessoas se reúnem. Numa empresa, por exemplo, eu não vejo outro motivo senão para ajustar algo que anda errado ou para discutir novos desafios ou problemas. Estas ocorrem com horário marcado, às vezes de última hora, nem sempre são com freqüência programada e normalmente não se discute assuntos particulares. Numa esquina, as reuniões são por acaso e são conversas rápidas e sem muita importância... As vezes dão muito prazer pois não geram compromissos! O mesmo ocorre nas reuniões familiares...

E na igreja, nos movimentos como no Cursilho? Qual é o verdadeiro objetivo da reunião? Todos estão ligados a este objetivo? Por que reunir? Pra que reunir?

A reunião de grupo é um detalhe muito importante dentro do MCC. Mas por que é importante? O que realmente se espera de uma reunião de grupo?

Recentemente fui a Pará de Minas e participei de uma reunião de grupo. Não foi do Cursilho, mas de pessoas cursilhistas. Fazendo minhas contas, já tem mais ou menos uns 23 anos que participo de reuniões de grupo e uns 15 somente no cursilho. Esta que participei em Pará de Minas me chamou muita atenção. Eu já havia participado de muitas maravilhosas e interessantes reuniões de grupo. Reuniões criativas, reuniões que realmente nos envolvesse, mas esta trouxe algo de extraordinário. Esta me mostrou realmente o motivo pelo qual devemos ter reuniões de grupo. Eu pude sentir, verdadeiramente, o sentido de se reunir. O tema, os textos propostos, a partilha, a profundidade com que cada um, sem exceção, expôs as suas opiniões, foi algo simplesmente extraordinário. Sair de uma reunião ansioso por uma próxima, foi uma experiência marcante. A amizade cristã que envolveu cada um foi algo indescritível.

Entrega, cumplicidade, troca de experiência, não somente de vida, mas de conteúdo existente no íntimo do ser. Tornar-se transparente, tornar-se vazio de tudo o que pensa e ao mesmo tempo cheio de grandes palavras! Não teve quem transmitisse um assunto, teve um assunto e todos buscando a informação conjunto num só pensar... A busca pelo pensar do outro era algo inusitado. O brilho no olhar de quem falava mostrava a profundeza de onde vinha a informação. Ninguém preparou a reunião. Ninguém levou uma informação, ninguém foi o coordenador da reunião... o conhecimento foi criado por todos. A busca da melhor informação foi incessante e todos queriam chegar a um lugar... e esse lugar era mais profundo. Para buscar algo mais profundo, foi preciso abrir-se profundamente.

Agradeço a Deus por este momento e espero, sinceramente, poder participar novamente de uma verdadeira REUNIÃO DE GRUPO.

Augusto Eugênio
Divinópolis/Bom Despacho

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

NOSSO “ ZÉ ”

Deus tem um jeito estranho de agir que deixa a gente meio que com cara de bobo.
Como pode escolher Moisés, um gago, para ser seu porta voz e libertar seu povo do Egito, ou então um menino chamado Davi a derrotar um gigante com nome que já dava medo só de pronunciar, Golias.
Chama Zaqueu, chama Mateus, chama Maria Madalena, chama João e Pedro, nomes comuns, pessoas comuns.
Deus tem sim esse jeito de estar no meio do povo, de abalar as estruturas com suas escolhas, de trocar a doçura do paraíso e nascer num curral e repousar numa manjedoura, de escolher Maria como Mãe e José como Pai. É, é isso mesmo, tinha um “Zé” no plano de salvação. Jesus um dia, no meio a um tumulto, pára todos e chama a atenção para “os lírios dos campos” , tão simples, tão belos e as vezes não são notados, não são valorizados. Deus mostra tanta beleza nessas pessoas simples, que nossos olhos não enxergam as dificuldades vividas por cada uma delas para responder ao chamado D´Ele.


É assim também com nosso “Zé”, ou se preferirem a formalidade, nosso José Antonio da Silva.
Com toda sua agitação é capaz de acalmar nossos ânimos.
Com toda sua capacidade em falar é capaz de calar-se e nos escutar nos momentos que necessitamos.
Com todo seu jeito explosivo é capaz de corrigir-nos com amor e delicadeza.
Com sua idade afronta a velhice e exalta a juventude. Tem aquele famoso “jogo de cintura” para lidar com situações delicadas, sabe conservar a unidade sem manter a uniformidade. O que todas as pessoas acima tem em comum é o SIM dado com amor a Deus.

No Plano de Salvação que Deus traçou para o Movimento de Cursilho em nossa Diocese, também temos um “Zé”, e queremos manifestar toda nossa gratidão ao bem que ele tem feito por nosso Movimento.
Te dizer “Zé”, que te amamos e vemos em você um escolhido por Deus para guiar nossos passos na caminhada de peregrino perante nosso Movimento. Você faz aniversário mas quem ganha o presente somos nós, seus amigos e irmãos, por Deus te conceder mais um ano de vida e de vida em Cristo.

Agradecemos a Deus por sua Vida e por Ele ter colocado em nosso caminho esse “lírio do campo”, nosso “Zé” que nos mostra todos os dias a beleza e o amor de Deus presentes em sua pessoa.

PARABÉNS DECOLORES !

Edílson S. Ribeiro
Divinópolis
Nesta sexta-feira, dia 04 de Setembro, nosso irmão Zé Antônio está completando mais um ano de vida...
Deixe seu recado para o Zé aqui embaixo nos comentários